domingo, 18 de outubro de 2015
terça-feira, 13 de outubro de 2015
A prática de atividade física pode ajudar no controle do diabetes e da hipertensão?
Assista ao vídeo exibido pela Rede Globo de Televisão, no dia 15 de março de 2013, e veja como a atividade física pode contribuir para quadros de hipertensão e diabetes.
Lembrando sempre que é de suma importância que um médico seja consultado antes de iniciar as atividades e que haja um acompanhamento de um profissional de Educação Física para garantir a qualidade dos exercícios, evitando problemas futuros.
10 coisas que você precisa saber sobre diabetes
O diabetes se caracteriza pela
deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune
das células produtoras de insulina. O diagnóstico desse tipo de diabetes
acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também
ocorrer em outras faixas etárias.
Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade
de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais
comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos
saudáveis de alimentação, mas também pode
ocorrer em jovens.
Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns
de diabetes:
1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL,hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.
1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL,hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.
2. Tanto insulina, quanto medicação
oral pode ser usada para o tratamento do diabetes. A insulina é
sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode
ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a
não produzir mais insulina em quantidade suficiente). A medicação oral é
usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o
papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a
produzir mais desse hormônio.
3. A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.
4. A contagem de carboidratos se mostra muito
benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos
níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e
flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a
dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos. Isso acaba com a rigidez
no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a
alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.
5. As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos
vão desde os glicosímetros (usados para medir
a glicose no sangue) até bombas de infusão de
insulina e sensores contínuos de
monitorização da glicose.
6. Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir
complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do
miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros. Se
o paciente já estiver com diagnóstico de complicação
crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.
7. A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o
paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que
convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários
para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em
conhecimento.
8. Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está
dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular
de atividade física.
9. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco frequente.
9. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco frequente.
10. Ainda não há cura para o diabetes, porém estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.
Quais as principais áreas de atuação de um médico endocrinologista?
Veja, a seguir, as principais áreas de atuação do endocrinologista:
Reposição Hormonal da Menopausa – A reposição hormonal é um tratamento eficaz, feito com hormônios iguais aos da própria mulher, para amenizar o desconforto e riscos causados pela menopausa.
Obesidade – A obesidade representa um risco para a saúde as crianças e dos adultos. O tratamento orientado pelo especialista evita uma série de complicações, como as cardiovasculares e as ortopédicas.
Crescimento – Uma criança saudável tem um crescimento normal O crescimento deficiente ou excessivo pode ocorrer em função de alterações hormonais, nutricionais ou genéticas.
Excesso de pelos – Mulheres com excesso de pelos na face (hirsutismo), acne ou aumento da musculatura podem estar com produção excessiva de hormônios masculinos.
Doenças da Glândula Suprarrenal – Aumento de peso, estrias avermelhadas, pelos excessivos, pressão alta ou baixa, puberdade precoce, além do escurecimento da pele, podem significar problemas na glândula suprarrenal.
Distúrbios da Puberdade – Crianças que desenvolve precocemente pelos pubianos, odor axilar e têm desenvolvimento das mamas apresentam distúrbios hormonais e necessitam avaliar a origem do problema. Os adolescentes que não desenvolvem essas características também necessitam de uma avaliação.
Distúrbios da Menstruação – Alterações no ciclo menstrual (falta de menstruação ou menstruação mais de uma vez ao mês) podem significar problemas hormonais. Por isso, necessitam de investigação e tratamento adequado.
Doenças da Hipófise – Tumores da hipófise podem levar à presença de leite nas mamas, fora do período de amamentação, além de mudanças faciais, aumento do numero do sapato, dores de cabeça e distúrbios da visão.
Diabetes – Se você tem excesso de peso, parentes com diabetes, hipertensão ou alterações da gordura no sangue, procure um endocrinologista. Você pode ficar com diabetes. Mas, se você bebe muita água, urina muito e perde peso, pode estar com diabetes.
Colesterol e Triglicerídeos – A alimentação inadequada e algumas doenças podem levar ao aumento do colesterol e dos triglicerídeos em adultos e crianças. Com um tratamento adequado, o risco de futuras complicações cardiovasculares é reduzido.
Osteoporose – A osteoporose é uma doença endócrina. Dores nos ossos e fraturas frequentes podem significar enfraquecimento ósseo. Procure seu endocrinologista. Ele pode diagnosticar e indicar o tratamento adequado.
Andropausa – Os hormônios masculinos podem diminuir quando o homem envelhece. Nesse caso, algumas pessoas podem sentir cansaço, diminuição da força muscular e disfunção sexual, necessitando da ajuda do especialista para fazer reposição hormonal.
Tireoide – Nódulos ou aumento do volume do pescoço, nervosismo, insônia e alterações no ritmo intestinal, coração acelerado ou desacelerado, perda ou ganho de peso e excesso de frio ou calor podem revelar distúrbios da tireoide.
Em todos os casos citados é importante que, identificados os sintomas, seja consultado um endocrinologista. Para saber se o médico é endocrinologista.
Reposição Hormonal da Menopausa – A reposição hormonal é um tratamento eficaz, feito com hormônios iguais aos da própria mulher, para amenizar o desconforto e riscos causados pela menopausa.
Obesidade – A obesidade representa um risco para a saúde as crianças e dos adultos. O tratamento orientado pelo especialista evita uma série de complicações, como as cardiovasculares e as ortopédicas.
Crescimento – Uma criança saudável tem um crescimento normal O crescimento deficiente ou excessivo pode ocorrer em função de alterações hormonais, nutricionais ou genéticas.
Excesso de pelos – Mulheres com excesso de pelos na face (hirsutismo), acne ou aumento da musculatura podem estar com produção excessiva de hormônios masculinos.
Doenças da Glândula Suprarrenal – Aumento de peso, estrias avermelhadas, pelos excessivos, pressão alta ou baixa, puberdade precoce, além do escurecimento da pele, podem significar problemas na glândula suprarrenal.
Distúrbios da Puberdade – Crianças que desenvolve precocemente pelos pubianos, odor axilar e têm desenvolvimento das mamas apresentam distúrbios hormonais e necessitam avaliar a origem do problema. Os adolescentes que não desenvolvem essas características também necessitam de uma avaliação.
Distúrbios da Menstruação – Alterações no ciclo menstrual (falta de menstruação ou menstruação mais de uma vez ao mês) podem significar problemas hormonais. Por isso, necessitam de investigação e tratamento adequado.
Doenças da Hipófise – Tumores da hipófise podem levar à presença de leite nas mamas, fora do período de amamentação, além de mudanças faciais, aumento do numero do sapato, dores de cabeça e distúrbios da visão.
Diabetes – Se você tem excesso de peso, parentes com diabetes, hipertensão ou alterações da gordura no sangue, procure um endocrinologista. Você pode ficar com diabetes. Mas, se você bebe muita água, urina muito e perde peso, pode estar com diabetes.
Colesterol e Triglicerídeos – A alimentação inadequada e algumas doenças podem levar ao aumento do colesterol e dos triglicerídeos em adultos e crianças. Com um tratamento adequado, o risco de futuras complicações cardiovasculares é reduzido.
Osteoporose – A osteoporose é uma doença endócrina. Dores nos ossos e fraturas frequentes podem significar enfraquecimento ósseo. Procure seu endocrinologista. Ele pode diagnosticar e indicar o tratamento adequado.
Andropausa – Os hormônios masculinos podem diminuir quando o homem envelhece. Nesse caso, algumas pessoas podem sentir cansaço, diminuição da força muscular e disfunção sexual, necessitando da ajuda do especialista para fazer reposição hormonal.
Tireoide – Nódulos ou aumento do volume do pescoço, nervosismo, insônia e alterações no ritmo intestinal, coração acelerado ou desacelerado, perda ou ganho de peso e excesso de frio ou calor podem revelar distúrbios da tireoide.
Em todos os casos citados é importante que, identificados os sintomas, seja consultado um endocrinologista. Para saber se o médico é endocrinologista.
Fonte: Conteúdo adaptado de
folheto informativo
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